Cuidando do ambiente

Tirei boa parte do dia para cuidar do ambiente. Não, não me refiro ao meio-ambiente, embora ele sempre mereça e precise de cuidados. Mas me refiro aqui a outro ambiente: o meu ambiente de desenvolvimento.

Basicamente, tomei algumas medidas profiláticas: removi todo e qualquer vestígio de Java do meu computador. Mandei o Eclipse antigo pra Marte. Limpei tudo. Resolvi começar do zero, fazer uma faxina geral.

Depois, fiz download de tudo de novo, só que agora nas últimas versões, saídas do forno há bem pouco tempo: Java 7, Glassfish 3.1.1, JBoss 7, MySQL, Eclipse Indigo. E depois comecei a longa jornada de instalação.

É isso? Não, senhoras e senhores. Depois de instalar tudo isso, ainda foi necessário configurar o plugin de Java nos meus browsers. E também baixei plugins do Eclipse. Tudo para deixar meu Ubuntu pronto para os desafios que estão anunciados.

Tá, você poderá perguntar: por que raios ele instalou Glassfish E TAMBÉM JBoss? E eu respondo: porque o objetivo é aprender. É fuçar. Descobrir. Inventar moda.

Depois, passei à configuração de todas as coisas novinhas em folha que eu tinha recém-instalado. Que coisa fantástica: como é bom instalar e configurar um ambiente de desenvolvimento novinho, todo arrumadinho, organizado, com tudo no seu lugar e rodando com cuidado. Que emoção quando eu tinha, no mesmo browser, duas abas: uma com a página inicial do Glassfish e outra com a página inicial do JBoss. A beleza da ciência!

Ainda deu tempo de desenvolver uma aplicação simples, um Hello World com JSP, para testar o deploy nos dois servidores, e ver que tudo está funcionando a contento.

Certamente ainda haverá mais necessidades de instalação de plugins ou software. Mas já dá pra dizer que tenho um ambiente de desenvolvimento JavaEE bastante interessante e atualizado. E com isso, estou preparado para começar os trabalhos para os desafios do porvir: as novas certificações para as quais eu vou me preparar com afinco.

O próximo passo vai ser criar um modelo para um banco de dados, implementar o banco no MySQL que está totalmente funcional, e em seguida começar a criar classes e tudo o que for necessário para exercitar conhecimentos sobre a JPA.

O caminho é longo. Mas estou imbuído do espírito, estou almejando e vou galgar. Estou empolgado mesmo. E isso é bom.

Afinal, desenvolver é preciso!

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